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Um olhar brasileiro em Astrologia
 Edição 91 :: Janeiro/2006 :: -

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PRESSÁGIOS 2006

Olhares astrológicos sobre o futuro

Uma reflexão coletiva

OS OLHARES, em texto e áudio

Fernando Fernandes
No mapa do novo ano, um planeta congestionado
Brasil: os deuses não gostam de pizza

Carlos Hollanda
Brasil com muita arte e dinheiro curto

Lúcia D. Torres
2006 - no umbral do senhor dos anéis

E mais:

Os arquivos de áudio de todas as palestras do evento
Presságios 2006, realizado no Rio, em 18.12.2005
Clique aqui para fazer o download

Palestrantes: Carlos Hollanda, Dimitri Camiloto, Fernando Fernandes e Waldemar Falcão

INTRODUÇÃO ÀS TÉCNICAS DE PREVISÃO
EM ASTROLOGIA MUNDIAL

Existem inúmeros recursos de previsão aplicáveis a países, cidades, empresas, ou outros tipos de entidade coletiva. Segue-se uma explicação sumária sobre como funcionam as técnicas utilizadas nesta edição.

Ingresso solar em Áries

O grau zero de Áries é o grau inicial do zodíaco. Corresponde ao momento em que o Sol, em seu movimento aparente, cruza o equador celeste de sul para norte, distribuindo sua luz igualmente pelos dois hemisférios. Este momento especial e fugaz, em que o dia e a noite têm exatamente a mesma duração, marca o início da primavera no hemisfério norte e, conseqüentemente, o início de um novo ciclo de vida, após o inverno. Astrológica e astronomicamente, este é o verdadeiro momento do ano novo. Por isso, uma das técnicas de previsão mais utilizadas é o levantamento do ingresso solar em Áries, que permite traçar previsões válidas por doze meses (de março de determinado ano a março do ano seguinte). A distribuição dos planetas nos signos e os aspectos que formam entre si são os mesmos para qualquer ponto da Terra, variando apenas a distribuição das casas. Cada localidade da Terra terá, em função da latitude e da longitude que lhe são próprias, um diferente Ascendente e um diferente Meio do Céu, permitindo previsões específicas.

As configurações planetárias do mapa do ingresso solar tendem a manifestar-se com maior intensidade nos locais da Terra em que ocupam os ângulos da carta, ou seja, quando aparecem em conjunção ou oposição com o Ascendente e com o Meio do Céu. Por isso, o mesmo mapa de ingresso solar pode adquirir uma tônica mais jupiteriana num país e tipicamente saturnina em outro.

Quando se quer avaliar o impacto do mapa do ingresso solar sobre um determinado país, usa-se calcular esta carta para a capital e analisá-la:

a) por si, como uma carta autônoma;
b) em comparação com outras cartas conhecidas, significativas para a vida daquele país.

Revolução Solar

É o mapa calculado para o momento em que, a cada ano, o Sol retorna à posição exata em que se encontrava na carta radical (ou seja, a carta de nascimento ou de fundação). No caso de países, utiliza-se a carta nacional mais aceita calculada para a capital atual. Assim, por exemplo, no caso do Brasil a Revolução Solar é calculada para Brasília - sede atual da República - e não para São Paulo, local histórico do Grito do Ipiranga.

O mapa da Revolução é analisado:

a) por si, como uma carta autônoma; e
b) em comparação com a carta radical que lhe deu origem.

Direção do Ascendente em Revoluções Solares

Para previsão de fatos mais específicos, com localização de datas, as Revoluções Solares podem ter seu Ascendente dirigido, isto é, avançado dia a dia de acordo com determinado fator

a) direção simbólica de um grau por dia;
b) passo médio do Sol, ou seja, 0°59'08" por dia (o chamado arco de Naibod);
c) arco solar, ou seja, o deslocamento real do Sol em um dia.

Os três métodos dão, aliás, resultados muito semelhantes. A direção simbólica é mais fácil de usar mas apresenta uma distorção cada vez maior à medida que o ciclo se encerra. Isto porque o zodíaco tem 360 graus, enquanto o ano tem aproximadamente 365 dias.

Sempre que o Ascendente dirigido atinge a posição de determinado planeta, há maior probabilidade de ocorrência de eventos relacionados àquele planeta, o que torna este recursos bastante eficaz para o trabalho de previsões.

Trânsitos e Progressões sobre mapas nacionais

Enquanto a técnica dos trânsitos, muito utilizada, leva em conta as configurações celestes atuais em confronto com aquelas presentes no mapa de criação do país, as progressões utilizam a equivalência 1 dia = 1 ano, de forma que, por exemplo, um mapa calculado para 184 dias após a Independência do Brasil corresponderia ao ano de 2006, 184 anos depois do Grito do Ipiranga.

Eclipses

Constelar tem uma edição inteira - a de número 14, de agosto de 1999, dedicada a eclipses. Dê uma olhada, em especial, no artigo Entendendo os eclipses, de Raul V. Martinez

Astrocartografia

A Astrocartografia é a técnica de projetar um mapa astrológico sobre a superfície da Terra, de forma a permitir a visualização imediata das localidades onde, num dado momento, determinados planetas encontram-se enfatizados por angularidade, ou seja, ascendendo, culminando, no ocaso ou no Fundo do Céu. No astrocartograma, os planetas aparecem representados por linhas, havendo quatro para cada planeta: a linha do Sol no Ascendente, do Sol no Meio do Céu etc. Especialmente importantes são os cruzamentos de linhas, chamados de parans: mostram regiões onde dois planetas são simultaneamente angulares, podendo atuar em conjunto e mesclar seus significados.

Existem muitas formas de utilizar astrocartografia. Aqui, limitamo-nos a um uso bastante simples, qual seja, a localização geográfica das regiões ativadas pela presença angular simultânea dos planetas envolvidos em aspectos mais tensos no mapa do ingresso solar de 2006. Como o mapa do ingresso solar tem validade de um ano, tais regiões estariam sensibilizadas por aqueles planetas por todo o período, sendo foco provável de manifestação de seus significados.

No mapa do ano novo, um planeta congestionado



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