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Aspectos
3
Um material único em língua portuguesa, com a chave da interpretação
dos aspectos menores ou raros.
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o mapa em movimento
Uma base sólida para entender a qualidade única de cada
momento da vida e seus desafios de crescimento.
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Trânsitos
de Saturno: lidando com o poder
Estes trânsitos podem restringir ou libertar. A questão é
como lidarmos com eles.
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Interpretação, Método Clássico
A
Teoria das Determinações, que constitui uma espécie de
"gramática" da Astrologia, compreendida a partir de um clássico
genial: o francês Jean-Baptiste Morin, maior astrólogo do século
XVII.
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O mais importante fator de sucesso nas organizações é
o capital humano. O desafio é produzir, mas sem trair o próprio
mapa.
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COLUNISTAS
Considerações em torno do planeta X
A teia de significados associados ao recém-descoberto
planeta 2003 UB313, ainda sem nome e aqui chamado de planeta X, é
o tema principal deste mês de estréia da coluna de Bola.
Fotos do céu
Maluf preso
Kaspar Hauser, planeta X e a cegueira das civilizações
"Character doesn't change: it is immutable, and it is
destiny"
O novo planeta X como regente de Libra
Plutão em movimento direto e Lua Nova de Setembro
Albert Raymond Costet de Mascheville
Outras edições
desta coluna
[13/09/2005]
Fotografar o céu é uma grande
idéia ao alcance de todos. As fotos abaixo são de autoria
de Pedro Mohr e foram tiradas em Capela de Santana, RS.

Mercúrio, Vênus e Lua se
espalham no céu gaúcho. Fotos noturnas de Mercúrio
são muito raras, pois este planeta normalmente está muito
próximo do Sol.

A estrela Spica, Júpiter, Lua
e Vênus fotografados
na recente conjunção, na primeira semana
de setembro de 2005.
[10/09/2005]
Maluf preso
Paulo Maluf entregou-se à Polícia Federal
de São Paulo às 00h30 de hoje. Vejam o Meio-Céu a
23 de Peixes em oposição ao Mercúrio de 7 de setembro
que vem recebendo a quadratura de Plutão, que voltará a
ser exata em dezembro. O filho de Paulo Maluf, Flávio, se entregou
em seguida. Dentro do simbolismo de Saturno em Leão, a questão
de modelo de pai sendo repetido pelo filho.
[05/09/2005]
Kaspar Hauser, planeta X e a cegueira das
civilizações
O Sol em oposição a Urano em Peixes nestes
últimos dias - o que equivale dizer que a Terra estava em conjunção
com Urano em Peixes - mais a bombástica entrada em cena do planeta
X - podem ser associados ao genial título de um filme de Herzog
- "Cada um por si e Deus contra todos", sobre Kaspar Hauser,
protótipo do Áries sem Libra: criado numa masmorra, nunca
teve qualquer contato humano e não aprendeu qualquer língua.
Ao ser encontrado, abandonado em praça pública, sua aparição
desperta as mais conflitantes e radicais reações da comunidade,
espelhando o quanto a falta e o encontro com o outro podem ser impactantes.
A desvastação em próprio solo americano - apesar
de ocorrida numa cidade de origem francesa e de maioria de população
negra - está fazendo os Estados Unidos sutil e invisivelmente se
colocarem na ótica do outro no que diz respeito às conseqüências
que geram na vida de milhares quando desembarcam seus furacões
de ferro e fogo em solo alheio para fazer valer sua supremacia.
Bush caminhando atônito entre destroços deixados pelo Katrina
nivela-se a um iraquiano comum chorando junto às ruínas
de sua casa arrasada pelo 7º da Cavalaria. Correntes religiosas nos
USA estão interpretando - de forma distorcida, dizendo que o furacão
foi um castigo divino pelo país ter apoiado a retirada dos colonos
judeus dos territórios palestinos ocupados - o furacão como
uma punição a um país de pecadores.
Sem dúvida que este furacão, como os próprios cientistas
admitem, que ganhou sua força destruidora graças ao desequilíbrio
térmico das águas do golfo do México, pode ser encarado
como portador de uma mensagem da natureza, nos remetendo às primitivas
relações dos fenômenos naturais com as forças
divinas.
Há na revista Veja desta semana - sim, o lotus nasce no
lodo - um artigo instigante sobre "A cegueira das Civilizações".
Me parece que o planeta X só poderia surgir agora em que as consequências
catastróficas das intervenções da humanidade no meio
ambiente (Libra) estão revelando todas as suas conseqüências.
A matéria é baseada num livro do geógrafo americano
Jared Diamond que resume sua pesquisa em "Por que algumas sociedades
aprendem com seus erros e outras não?". Entre outras coisas
o autor afirma que no auge do sucesso as civilizações ficam
cegas e cometem os erros que a leverão ao declínio.
O sucesso as faz consumir recursos naturais de uma forma excessiva; a
falta de alimentos para a população leva à guerra
civil e destruição da sociedade organizada. Veste muito
bem o que está se assistindo em New Orleans, não? A falta
de alimentos e de recursos libera os instintos mais primitivos das pessoas
e em NO até os policiais tranqüilamente saqueavam nos supermercados.
Como disse Napoleão, e que muito bem se aplica aos nossos escândalos
recorrentes de corrupção: "Não há lei
para o dinheiro".
Também estes acontecimentos piscianos geram naturalmente
reações arianas, como signo que lhe sucede. O caos (Peixes)
dissolve as leis (Sagitário) e libera o indivíduo (Áries)
para seguir seus impulsos naturais e a fazer valer novamente a primitva
lei da força bruta e a oprimir o outro, onde começa o "cada
um por si e deus contra todos".
Os saques e a violência em NO e as invasões
de marginalizados como causa dos incêndios que estão assolando
Paris nos alertam para as preocupantes expectativas para a futura quadratura
de Urano em Áries com Plutão em Capricórnio no início
da próxima década.
Se a decoberta de Urano trouxe a revolução industrial e
a de Plutão a energia atômica, o planeta X traz o impacto
da civilização sobre o meio ambiente e os efeitos catastróficos
da busca pela natureza de um novo equilíbrio em face das intervenções
humanas, gerando cenários aos quais a humanidade terá de
se adaptar à força.
[04/09/2005]
"Character doesn't change: it is immutable,
and it is destiny"
Esta é uma excelente definição astrológica.
E o autor é um jonalista do New York Times, referindo-se
a Bush e à forma semelhante como reagiu ao ataque às torres
e ao desastre em New Orleans, fazendo uma das mais lúcidas análises
da crise americana.
Sem dúvida um governante nada mais é do que a projeção
do inconsciente coletivo de uma comunidade. A julgar por isso, os USA
acham-se vivendo uma grande psicopatia e divórcio com a realidade
em que por fim a própria realidade inunda e invade a fantasia e
assume as rédeas dos acontecimentos. Bush parece Hitler nos últimos
dias antes da queda, insitindo em querer negar a realidade.
Me preocupa que Bush queira responder a este desatre como respondeu ao
ataque às torres: ao invés de capitalizar a solidariedade
mundial buscando a conciliação e distribuindo generosidade
para tornar mais leve o karma dos americanos, maiores consumidores de
recursos do planeta, ele queria achar um motivo para continuar demonstrando
força e acabar conseguindo de vez explodir alguns mísseis
nucleares sobre o Irã ou a Coréia, aprofundando ainda mais
a III Guerra Mudial que ele já começou.
Afirma Jung que as sociedades, como as pessoas, podem atingir graus de
desequilíbrio em que para sua própria preservação
internam-se em camisas de força ou em regimes totalitários.
Quando começaram as matanças entre crianças nos USA
comentei que era sinal de que a sociedade norte-americana tinha chegado
a um extremo e que algo de muito drástico estava prestes a acontecer.
O símbolo desta pulsão de auto-internação
do Tio Sam está bem refletido na reeleição de Bush
e seu Sol na casa XII - muito bem lembrado por Nilsa
Gorey em sua magistral interpretação da astrologia por
trás do desastre - num niilismo de tentar impor seu ego sobre o
mundo através da força.
Me parece que a estátua da Liberdade em NY está ali na entrada
da América com o rosto voltado para o Velho Mundo para que os próprios
americanos não esqueçam sua maior missão: construir
uma sociedade liberal e generosa.
Da mesma maneira, nós que portamos no alto do Corcovado um Cristo
livre da cruz acabamos crucificando os pobres e os humildes permitindo
que se evaporem recursos tão vitais para lhes proporcionar uma
vida melhor.
Mas todos estamos sujeitos a passar períodos em que temos de fazer
contato com nossa própria sombra, para iluminá-la e integrá-la
como força regeneradora e criativa. E este contato traz dissolução,
privações e dores nem sempre fáceis de suportar.
É possível que as poderosas imagens desta inundação
em sintonia com o trígono de Plutão com o planeta X sejam
capazes de despertar o povo americano; invadam seus corações
e mentes ao ponto de libertá-lo da necessidade de manter-se internado
e assim levá-lo a trocar a figura do feitor ou do carrasco, que
Bush encarna, pela da liderança consciente (Plutão) e corajosa
(Planeta X em Áries).
[03/09/2005]
O novo planeta X como regente de Libra
O surgimento de um planeta transplutoniano regente de Libra
concomitante com acontecimentos massivos e de grande impacto sobre a consciência
coletiva já se acha inteiramente justificado.
O que estamos assistindo, a maior potência mundial dobrando-se diante
do poder maior da natureza, é algo que não pode ser atribuido
a forças taurinas.
O signo de Libra foi criado muito posteriormente às
fundações do zodíaco e atribuições
das primeiras regências. Vênus já regia Touro muito
antes de criarem o signo de Libra. Portanto nunca houve originalmente
qualquer dúvida a este respeito.
As estrelas que formaram a constelação e o signo de Libra
formavam antes as tenazes do Escorpião. Isso faz com que a luta
corpo a corpo de Áries, onde é preciso alcançar o
corpo do adversário como no boxe, se torne em Libra uma elegante
competição sem contato físico, como no tênis,
em que a vitória depende de colocar a bola onde o adversário
não está.
A diplomacia também se vale deste princípio de explorar
a fraqueza do adversário para obter vitórias.
Em entrevista que dei sobre previsões para o ano de 2005, alertei
para o fato de que os aspectos de Júpiter em Libra com os três
invisíveis - Netuno, depois Plutão e Urano - trariam importantes
revelações e descobertas relacionadas ao espaço.
O planeta X foi revelado sob o trígono de Júpiter em Libra
com Netuno em Aquário. Nâo é preciso mais nenhuma
outra justificativa astrológica para tal descoberta. Inclusive
a notícia foi forçada a vir à tona por um hacker
que ameaçou colocar a informação na Internet se os
autores não o fizessem.
O Planeta X em Áries, signo oposto de Libra, coloca claramente
a questão da busca do indivíduo (Áries) por organizar-se
em sociedade (Libra) visando facilitar sua sobrevivência.
Neste episódio de New Orleans estamos assitindo à falência
completa da organização social como estrutura capaz de proteger
os indivíduos.
Há também uma falha total de liderança. E esta não
se reflete somente na apatia de Bush. Na Rússia Putin foi ferozmente
questionado pelos sobreviventes de Beslan. Em nosso país, Lula
continua a declarar-se ignorante do maior estelenionato e fraude política
que as democracias ocidentais já assistiram.
A Lua Nova de hoje na casa V de Brasília deverá trazer um
novo impacto no coração do presidente. Palocci terá
de se explicar sobre as operações de triangulação
para justificar sua cara mansão. Além disso, talvez Lula
não consiga continuar abafando as marucataias de seu filho. E a
retomada de investigações dos apagamentos de arquivo em
Campinas e São Bernardo pode trazer à tona um lado ainda
mais sombrio do PT.
As tenazes do Escorpião (ainda sobre o planeta X)
Sempre me intrigou como os mitos relacionados aos planetas
invisíveis, e que só foram descobertos muito tempo depois,
correspondiam com exatidão às características astrológicas
e por consequência espirituais e psíquicas humanas. Ou seja,
a humanidade em suas origens contava com a capacidade de "ver"
os arquétipos.
Como os antigos "sabiam" que Marte rege o ferro? A NASA, milhares
de anos depois, deposita uma sonda no planeta e confirma que seu solo
contém 35% de óxido de ferro, ao que se deve sua cor vermelha.
As estrelas que compõem cada um dos pratos da balança significam,
em árabe, "a pagar"e a outra "a receber". A
balança de Libra está intimamente ligada ao julgamento que
vem junto com a morte, conforme várias tradições.
É interessante lembrar que Hades deu a presidência de seu
tribunal a um filho de Saturno, porque ele era tão imparcial que
condenou num julgamento o próprio filho.
Talvez por aí dê para entender porque Saturno tem uma conotação
positiva na balança. Ou seja, a razão e o raciocínio
aliados à comparação dos dois lados em disputa poderiam
produzir um julgamento verdadeiramente ponderado.
Sem dúvida a formação das regências
associadas aos planetas visíveis são as mais primitivas.
Alguns autores consideram a constelação de Touro a mais
antiga.
A própria letra A do alfabeto fenício teria se derivado
do símbolo cuneiforme invertido da cabeça e cornos de um
Touro, justamente porque o alfabeto pode ter-se desenvolvido e aperfeiçoado
quando o Touro se achava no equinócio.
Talvez o furacão Katrina tenha um viés de justiça
divina. De alguma forma o caos e a destruição que o império
americano implantou no Iraque lhes voltou à casa. Quando vi os
aviões explodindo as torres me veio imediatamente a imagem das
bombas de Hiroshima e Nagasaki.
[02/09/2005]
Plutão em movimento direto e Lua
Nova de Setembro
Estamos sob a conjunção de Vênus e Júpiter
a que só pude associar a calma reinante entre Israel e Palestina
desde a reintegração da Faixa de Gaza.
Plutão torna-se direto hoje (2 de setembro) e no sábado,
3 de setembro, teremos a Lua Nova. Plutão poderá trazer
à tona o que ainda esteja oculto e precisa ser revelado.
Roberto Jefferson, o nosso homem-bomba, promete revelar em plenário
o destino dos 4 milhões. Parece que não foram escondidos
em cuecas.
A Lua Nova em Brasília terá o Ascendente em 9 de Aquário
em conjunção ao Netuno da posse de Lula e ao Sol de Marcos
Valério.
O Meio do Céu da Lua Nova está em oposição
ao Ascendente, ou seja, mais cabeças deverão rolar no Planalto.
Também teremos a Lua Nova na V em trígono com o Sol. Deve
ser a classificação da seleção no jogo com
o Chile. O país deve ganhar algum destaque pelo esporte e pela
arte.
Urano está em quadratura aos Nodos, também é sinal
de rupturas inesperadas e repentinas.
Sobre a carta aberta do cineasta Michael Moore ao presidente
George Bush
Nota do editor: A carta contém pesadas
críticas à forma como Bush vem conduzindo a guerra no Iraque,
drenando recursos materiais e humanos que agora fazem falta no esquema
de emergência em New Orleans, devastada pelo furacão Katrina.
Perdoem-me os defensores do Planeta X para Touro, o que
está acontecendo no mundo desde que este planeta foi descoberto
transcende posses e confortos pessoais - verdadeiro território
a que o Touro, como o próprio animal simboliza, pertence.
Há em marcha um despertar da consciência coletiva,
em parte promovida pelas forças da natureza, que me parece muito
bem simbolizado pelo trígono entre o Planeta X e Plutão,
que hoje passa a ser direto.
[01/09/2005]
Albert Raymond Costet de Mascheville
Também conhecido pelo nome místico de Cedaior
(aquele que volta), foi esposo e iniciador de Emma Costet de Mascheville
na Astrologia. Era exímio violinista e através de extensas
pesquisas no Egito chegou a reconstituir peças musicais egípcias
que executava ao violino. Fez várias pesquisas e previsões
astrológicas acertadas para terremotos e erupções
vulcânicas, tendo chamado atenção para a importância
dos nodos, do perigeu e apogeu lunar.
Nasceu em 1 de setembro de 1872 em Valence, França,
às 14h. Fez a transição em 1942 em Porto Alegre.
Que tenha um breve e auspicioso renascimento!
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Carlos Harres e acesse todos
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