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 Edição 147 :: Setembro/2010 :: -

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PRESSÁGIOS 2010

O mundo em 2010: as previsões e os fatos

Redação

Constelar disponibiliza dois recursos para a compreensão do momento que vivemos: o acesso ao material do seminário Presságios 2010 (veja no box como acessar) e as planilhas de acompanhamento das previsões apresentadas por diversos astrólogos em novembro de 2009. Está na hora de conferir como estão se manifestando na prática as mais impressionantes configurações da década.

Paquistão

Ainda faltam quatro meses para que 2010 chegue ao fim, mas já é possível afirmar que este foi o ano em que a humanidade enfrentou condições naturais mais adversas, em todos os tempos. O ano começou com terremotos devastadores, seja pela intensidade inusitada - como o que destruiu Concepción e outras cidades chilenas - seja pelo impacto sobre as cidades afetadas - caso do terremoto que pôs abaixo a capital do Haiti, em janeiro. Alguns vulcões também decidiram sair de sua letargia ancestral e paralisaram o sistema de transporte aéreo europeu, com nuvens de poeira que se estenderam da Islândia até quase o Mediterrâneo.

O seminário Presságios 2010, realizado em novembro de 2009, teve sua versão internet liberada por Constelar e Escola Astroletiva em julho do ano seguinte. Centenas de interessados puderam ter acesso, então, às palestras em formato mp3 e assistir as apresentações Power Point, convertidas para formato Flash.

Fora mais de cinco horas de áudio, com uma visão abrangente sobre o significado da quadratura T entre Saturno, Plutão, Urano e Júpiter. Carlos Hollanda, Vanessa Tuleski, Barbara Abramo, Niso Vianna, Fernando Fernandes, Dimitri Camiloto, Celisa Beranger e Hanna Opitz traçaram um painel de possibilidades para essa tensa configuração, explorando as perspectivas econômica, política, comportamental, climática e geológica.

O clima já dava sinais de comportamento extremo desde o início do ano, com um inverno anormalmente gélido no Hemisfério Norte. Da China à Polônia, houve um pouco de tudo: trens congelados dentro de túneis, estradas intransitáveis, neve em cidades que não a viam há décadas. Enquanto isso, dilúvios desabavam no Brasil, provocando morte e destruição em vários estados. Algumas cidades viram cair em poucas horas a chuva correspondente a meses. As imagens da TV mostraram estradas, pontes, hotéis e igrejas sendo levadas pelas águas em Angra dos Reis, São Luiz do Paraitinga, Santa Catarina, Niterói e Alagoas.

Em meados do ano, a situação se inverteu: um verão canicular e inesperado no Hemisfério Norte e um frio há muito esquecido em algumas regiões do Hemisfério Sul, tudo seguido por uma secura anormal que produziu enormes incêndios florestais em países tão distantes quanto Brasil e Rússia. Já na Ásia Central e Extremo Oriente, as piores chuvas em muitas décadas. As enchentes do Paquistão e das regiões montanhosas da China provocaram mais vítimas do que o tsumani de 2004 na Indonésia e o terremoto do Haiti juntos.

Há muitos anos que os astrólogos esperavam pela oportunidade de conferir o que poderiam trazer as tensas configurações celestes deste 2010. Desde 1931, ano em que a Grande Depressão iniciada em 1929 se aprofundou e espalhou-se por todos os continentes, não víamos quatro planetas geracionais envolvidos numa única configuração tensa em signos cardinais. O mais próximo disso havia sido a oposição de Saturno a Urano-Plutão em 1965-1966, mas no eixo mutável de Virgem e Peixes.

Astrólogos voltados para prognósticos mundiais normalmente trabalham com base na análise dos fatos ocorridos em ciclos anteriores da mesma natureza e sua projeção para o futuro. Sabemos que a História não se repete, e que as condições - celestes ou mundanas - nunca são exatamente idênticas. Mesmo assim, é possível antecipar a tônica geral de um período e partir das correspondências analógicas entre os planetas envolvidos nas configurações dominantes e os domínios da política, da economia, das ideologias, dos avanços científicos etc.

O que todos previam para 2010 eram condições extremas e riscos de quebras e rupturas. Efetivamente isso aconteceu. Nem tanto no domínio econômico, onde eram mais aguardadas, mas especialmente no que diz respeito ao clima e à relação do homem com a natureza. Basta dizer que o momento de máxima tensão da quadratura T ocorreu na primeira semana de agosto de 2010, quando, sincronicamente, milhões de asiáticos foram desalojados por inundações e um desabamento enterrou a 700 metros abaixo da superfície um grupo de 33 mineiros chilenos. O drama dos mineiros presos no deserto de Atacama é um símbolo do drama de toda a humanidade: o modelo hoje dominante de produção econômica e relação com os recursos naturais está falido, e ainda não vemos a luz no fim do túnel. O derretimento das geleiras se acelera e a temperatura global aumenta enquanto os Estados Unidos gastam a bagatela de um trilhão de dólares na guerra do Afeganistão. Nenhum acordo climático avançou desde 2009. Nenhum indicador ambiental melhorou. Nenhuma das grandes tensões internacionais foi aliviada. E, só em julho e agosto de 2010, o mundo ganhou 13 milhões de novos refugiados ambientais.

Este é o clima geral. Acompanhe agora o confronto das previsões com os fatos na palavra dos astrólogos que participaram do evento Presságios 2010:

Carlos Hollanda
Celisa Beranger
Fernando Fernandes

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