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Um olhar brasileiro em Astrologia
 Edição 115 :: Janeiro/2008 :: -

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PRESSÁGIOS 2008 - PREVISÕES ASTROLÓGICAS PARA O NOVO ANO

O Brasil em 2008 e o futuro
sob uma perspectiva astrológica mundial

Niso Vianna

No Brasil, um grande ano para o agrobusiness, mas ao mesmo tempo tensão com países vizinhos, crise energética e agravamento da crise do Congresso. No mundo, a volta dos governos duros e a aproximação de uma séria crise para o capitalismo.

Dois fatores contribuíram decisivamente para um cenário otimista em termos de crescimento econômico em 2007 e em 2008. Um deles foi um aspecto harmônico entre Júpiter e Saturno, favorecendo a estabilidade cambial e as importações para o Brasil, devido ao dólar barato. Se o crescimento é modesto, dados os juros altos inibindo uma maior demanda, ao mesmo tempo a oferta desses produtos no mercado brasileiro é desovada com facilidade por preços baixos em virtude do câmbio, que favorece a indústria manufatureira, a qual usufrui mão-de-obra barata e componentes importados para montar seus produtos.

O dólar barato também facilita a inflação baixa. Júpiter rege o comércio internacional e, em 2007, transitou por Sagitário, ou seja, domiciliado, e em bom aspecto com Saturno, conferindo estabilidade no comércio entre os países. Sabemos que esse equilíbrio econômico na balança de comércio exterior é precário dado o grande déficit dos Estados Unidos, grande importador mundial, e que esse equilíbrio só se mantém porque a China se agiganta no momento como grande força exportadora. [imagem: yuan, uma moeda cada vez mais forte]

No final de 2007 ocorreu uma grande conjunção Júpiter-Plutão em Sagitário. A última conjunção Júpiter-Plutão ocorreu em 1994, início do Plano Real. Isso é augúrio de que teremos um novo modelo macroeconômico pela frente, anunciado por essa configuração planetária. O PAC, de certa forma, já é uma versão de um novo projeto que se apresenta.

Júpiter rege a expansão, os juros, o crédito, as ofertas monetárias, a moedas de trocas (o câmbio), as relações internacionais entre os países e sua regulamentação através da jurisdição ou sistema de leis. Toda essa temática regida por Júpiter sofre um forte abalo ao término de 2007, em sua proximidade com Plutão. Pelas preliminares, o dólar tem-se desvalorizado como moeda de troca e o euro, ao contrário, tem-se valorizado. A China, gigantesco país exportador, é o principal comprador de títulos do Tesouro Americano. De certo modo, essa é a forma como os Estados Unidos permanecem crescendo de forma devedora já há alguns anos. Ora, com o dólar em queda, a China está repensando sua paridade com a moeda americana e sente-se atraída pela escalada do euro. Esse precário equilíbrio monetário pode estar prestes a se romper.

Essa conjunção é indicadora de grandes riscos. Tempos de enormes ganhos e por outro lado também de perdas substanciais. O "perigo amarelo" ainda ronda o Ocidente, embora de outra forma, talvez mais civilizada. Esse apetite que a China tem mostrado por crescimento é um grande obstáculo à tentativa de reequilibrar o ecossistema planetário e evitar ou tentar amenizar o aquecimento global. Se os Estados Unidos não se animaram a fazer a diferença assinando o Protocolo de Kyoto, mesmo sob pressão da jurisdição internacional, o que poderemos esperar da maior indústria pirata do mundo regada a carvão como principal fonte de energia? De fato, a Índia e a China estão se tornando rapidamente as principais poluidoras globais em emissão de carbono, ultrapassando os EUA nessa irresponsabilidade ambiental. E quiçá venha a ser exatamente esse lema - Salvem o Planeta! - que irá pressioná-las a se desenvolverem dentro de uma jurisdição planetária que combata a ameaça ao clima. Mas é de se esperar que tragam resultado a tempo de evitar uma devastação climática maior? Ou ainda, mais breve, também o esgotamento de recursos energéticos que promovam o crescimento contínuo.

Pois é bem nessa época que se anunciou a descoberta de novas reservas de petróleo, tanto no Brasil como na China. Exatamente quando Júpiter, mais rápido, se aproximava de uma conjunção com Plutão, augurando expansão (Júpiter) na produção de petróleo (Plutão).

Em contraponto, haverá em 2008 - e este é um outro fator que contribui para um cenário otimista para o ano que se inicia - um período muito alvissareiro para o comércio rural como um todo, muito provavelmente motivado pelos agronegócios que embalarão a indústria canavieira. Isto porque Saturno em Touro do mapa natal do Brasil estará fortemente bem aspectado pela belíssima harmonia que Júpiter e Saturno estarão formando no céu, em signos de Terra. As fazendas, propriedades e imóveis estarão em firme alta nas apostas ao longo de 2008.

Em meados de 2008, surgirá um incremento muito grande no comércio exterior de componentes eletrônicos, no setor de informática e outros ligados à alta tecnologia, favorecidos por um bom aspecto entre Júpiter e Urano.

O período de setembro a novembro de 2008 parece ser o auge desse boom de bons negócios associados às propriedades agrícolas e ao setor de imóveis. Saturno e Júpiter continuarão desenhando uma propícia combinação, favorecendo as atividades econômicas relacionadas ao agrobusiness. E, ao que parece, aí começam a aparecer os problemas. Uma oposição entre Urano e Saturno sugere uma forte probabilidade de que o setor de geração de energia elétrica dê sinais de colapso, não só no Brasil. A China é desde já apontada como uma nação que não tem feito investimentos suficientes nesse setor. É um perigo alarmante, conhecido no momento apenas como probabilidade, a China poder entrar em colapso devido à insuficiência energética e ao crescimento acelerado. A Astrologia é mestra em apontar no tempo o "quando" as perspectivas podem concretizar-se. A oposição entre Urano e Saturno é bastante persistente para indicar que essa não é uma crise passageira: ela subsiste até meados de 2010.

Há a possibilidade de conflito com países vizinhos, reflexo de uma tensão com Plutão, o que forçará o Brasil a uma situação em que terá de exercer o seu poder: se estiverem abusando dele, será forçado a colocar os outros em seu devido lugar, e, se for o Brasil o responsável pelo abuso, apitando onde não é chamado, será devidamente colocado numa posição em que não exerça tanto poder. Enquanto Plutão estiver em Sagitário, será o acirramento de disputas por direitos contratuais garantidos num fórum internacional, processos legais. Quando Plutão ingressar em Capricórnio, o que se fará por um lapso de tempo no meio de 2008, serão perturbadas as grandes corporações, num efeito econômico mais avassalador e destruidor, gerando crise econômica e instabilidade nas instituições governamentais e grandes empresas. Outro fato é que Plutão põe a descoberto o que até então estava encoberto: interesses inconfessáveis, motivações ocultas, emergirão no cenário político à medida que esse trânsito de Plutão por Plutão tornar-se mais exato, realçando a força do interesse econômico, às custas do ecossistema planetário. As instituições serão abaladas. Mas tudo isso é, enxergando sob uma outra ótica, um preparo, uma conscientização pra que o homem aprenda com os próprios erros.

No Brasil, onde o Congresso Nacional está em crise, essa tensão ainda irá se agravar em 2008. Com a aproximação do efeito adverso da quadratura Urano-Plutão, o capitalismo terá um episódio crítico crucial em termos mundiais em meados de 2010. Será quando os mesmo astros que, fortemente desarmônicos, promoveram a bancarrota na década de 30 no século XX, estarão novamente tensos, protagonizando o cenário de então.

[imagem: Nova York no dia do crash da bolsa, em 1929.]

Possivelmente isso envolverá um episódio de crise de abastecimento de energia, tanto elétrica quanto de combustíveis fósseis, pondo em grave risco o sistema capitalista. Um impasse no circuito mundial certamente irá gerar em 2010 um dos momentos mais duros que o sistema capitalista teve ou terá.

Embora a tensão entre Urano e Plutão perdure até praticamente 2016, apontando regimes duros de poder (essa tensão esteve associada no passado a ditaduras militares na América Latina), Plutão estará por volta de 2013 em bom aspecto com o Sol do Brasil, apontando para uma recuperação de poder mais legítimo, liderança e prestígio, e de resgate de oportunidades que impulsionarão o país num mundo ainda em crise. É notável que esse é exatamente o ano em que o Brasil estará preparado, segundo autoridades econômicas, para dar início à comercialização de sua recente descoberta de petróleo do megacampo de Tupi, que veio à tona numa coincidência notável com a aproximação Júpiter-Plutão formando conjunção no final de 2007. A conjunção indica a possibilidade de expansão na produção de petróleo exatamente quando Plutão em trânsito pelo céu formará trígono com o Sol natal do Brasil em 2013. Com certeza, esse será um grande impulso para alavancar o Brasil como potência mundial.

Mas, por 2008, é quase certo que contemos com a maior demanda por etanol como um dínamo da economia, ativando um ano de forte crescimento propulsionado pelo agrobusiness. O ano trará maior riqueza e prosperidade através da agricultura e pecuária, embalando a economia brasileira, já aquecida pelo setor da indústria automobilística e comércio de eletrônicos.

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