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Um olhar brasileiro em Astrologia
 Edição 05 :: Novembro/1998 - Republicada em maio de 2009
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MEDICINA E ASTROLOGIA

Peste Negra, o apocalipse do século XIV

Fernando Fernandes & Ana Teresa Ocampo

A peste negra vista pelos astrólogos da época

Felipe VI, rei francês da dinastia de Valois sob cujo reinado ocorre a Peste NegraEm 1348, o rei da França Filipe VI [à esquerda] solicita que os doutores da faculdade de medicina da Universidade de Paris emitam um parecer sobre a natureza e as causas da moléstia. Em resposta, a universidade produz um relatório circunstanciado em que a peste negra é atribuída a uma tríplice conjunção de Saturno, Júpiter e Marte em Aquário, ocorrida em 20 de março de 1345. Cautelosamente, acrescentam também a possibilidade da existência de outros motivos que “estariam ocultos até mesmo dos intelectos mais altamente formados”.

Tentemos entender o que pretendiam dizer nossos ancestrais de um tempo em que astrologia e medicina eram praticamente a mesma profissão: na visão medieval, o cosmo exercia uma influência real sobre o “mundo sublunar”, ou seja, o mundo palpável em que habitamos. Planetas e estrelas fixas poderiam atuar como causas de doenças, sempre de acordo com sua natureza intrínseca. Os textos de medicina da época estão cheios de referências a eflúvios e miasmas, temendo-se particularmente a ação dos planetas cujas qualidades essenciais eram opostas à vida. Assim, o “grande maléfico” era Saturno, cujo excesso de frio e de secura opunha-se às necessidades vitais de equilíbrio do calor e da umidade. Da mesma forma, Marte era o “pequeno maléfico”, em função da secura e do excesso do princípio quente, responsável por febres e infecções. As conjunções eram consideradas particularmente poderosas (e continuam sendo na Astrologia contemporânea), assim como a ocorrência de fenômenos raros, como eclipses e o aparecimento de cometas.

A energia negativa de uma conjunção envolvendo planetas maléficos podia empestar o ar e a água e transmitir-se pela ação de ventos e tempestades, o que explica as referências a “pés-de-vento-malignos” e a males provocados pela exposição à Lua e ao sereno (a Lua era considerada como o grande refletor da energia dos outros planetas). Não por acaso, um dos nomes pelo qual a gripe é conhecida é influenza (influência).

Na verdade, o céu de 20 de março de 1345 não mostra exatamente uma tripla conjunção, pois Júpiter e Saturno encontram-se no décimo-nono grau de Aquário enquanto Marte já se encontra dez graus mais adiante, quase no final do signo. O que impressiona é que, dos outros quatro planetas conhecidos, três encontram-se em signos de Marte – Sol e Mercúrio em Áries e Lua em Escorpião – esta última em oposição a Vênus em Touro. A questão aqui é de regências, já que seis dos sete planetas clássicos posicionam-se em signos de Marte e Saturno – os dois maléficos – enquanto o único restante, Vênus, apesar de benéfico e domiciliado em Touro, está sob a maligna influência de uma Lua em queda em Escorpião, com quem forma oposição aplicativa. Se os doutores da Univerdade de Paris tivessem acesso às modernas efemérides, teriam argumentos adicionais para comprovar sua teoria, pois Urano e Plutão também se encontravam em Áries, enquanto Netuno transitava pelos primeiros graus de Aquário.

Observando o mapa de datas anteriores, verificamos que, em 1º de fevereiro, a concentração planetária é ainda mais impressionante: oito planetas distribuem-se entre os últimos graus de Capricórnio e o início de Peixes, enquanto Plutão e Urano estão conjuntos em Áries. Utilizando o esquema clássico de regências, Saturno aparece como dispositor geral do mapa na maioria das datas compreendidas entre o final de janeiro e meados de março daquele ano. Tal fato, certamente, chamou a atenção dos astrólogos convocados pelo rei Felipe VI. Contudo, a teoria levantada pelos mestres da Universidade de Paris não poderia indicar uma causa eficiente para a peste negra enquanto pandemia de caráter continental, já que, alguns anos antes de que a moléstia alcançasse a Europa Ocidental, as mortes atingiam cifras assustadoras na Ásia Central e no vale do Rio Volga (atual Rússia). Nessas regiões, a praga já era uma calamidade em 1343, dois anos antes da conjunção planetária em Aquário.

Levantamos acima a hipótese de que Netuno foi o grande significador da peste negra. Este planeta, que esteve em Aquário entre 1343 e 1357, simboliza a dissolução de tudo o que pertence ao mundo de Saturno, ou seja, as estruturas de poder, a hierarquia, a ordem, o senso de limites. Saturno é o regente clássico de Aquário, signo vinculado aos conceitos de grupo, sociedade e ideologia. A passagem de Netuno em Aquário pode ser um indicador de um período de profundas transformações sociais, em que a velha ordem fossilizada dá lugar a estruturas mais abertas mediante a dissolução de fronteiras que separam classes e grupos étnicos. Não foi outro o papel da peste negra que, ao provocar a morte de pelo menos um terço da população do Velho Continente, desorganizou o modelo de produção fundamentado nas relações feudais, criou vazios de poder nos centros urbanos e abalou a rígida estruturação hierárquica da sociedade. Em consequência, passada a fase mais aguda da calamidade, ocorre uma reorganização da estrutura de poder em bases mais flexíveis, que abre caminho para as grandes transformações dos dois séculos posteriores. No campo, a drástica redução da mão de obra cria a necessidade da experimentação de novas técnicas agrícolas e novas formas de organização fundiária, enquanto ensaiam-se nas cidades os primeiros passos de uma revolução urbanística que aos poucos transformará os fétidos e insalubres burgos medievais em cidades dotadas de um mínimo de condições de higiene.

A calamidade acelera, portanto, o processo de fermentação social que já vinha pouco a pouco conduzindo a Europa Medieval do feudalismo para a era do predomínio da burguesia comercial. A ação dos invisíveis bacilos da praga mina e solapa (Netuno) o edifício da velha ordem, do que resulta um arejamento da vida social e um poderoso impulso para o progresso (Aquário). É preciso observar que, dentre as cidades européias, as que melhor resistiram ao assalto da peste foram aquelas onde a nova ordem burguesa já se fazia sentir fortemente na vida econômica e na organização comunitária. Foram as municipalidades de Milão e Nurenberg, duas cidades manufatureiras e mercantis, que tomaram as medidas preventivas mais eficazes para deter a contaminação, entre as quais o isolamento dos doentes e a adoção de procedimentos para o tratamento do lixo urbano e dos dejetos.

Os ciclos de Netuno e Plutão

Para confirmar a hipótese do papel de Netuno em Aquário é preciso observar o que aconteceu nos ciclos subsequentes. Na passagem de 1507 a 1519, as epidemias ganham um novo alento, mas desta vez nas Américas: é a fase em que a Espanha tenta recuperar o terreno perdido para Portugal e lança-se à ocupação do Novo Mundo, descoberto desde 1492. O Império Asteca do México toma contato com os espanhóis e com as doenças do Velho Continente, contra as quais suas populações não tinham defesas imunológicas. Simples epidemias de gripe dizimam milhares de índios e, ao lado da varíola, da sífilis e de outras moléstias infecto-contagiosas, provocam estragos maiores do que as guerras e o trabalho forçado. A estrutura de poder das civilizações autóctones desmonta diante do invasor. Os navios espanhóis infestados de ratos desempenham para os nativos o mesmo papel dos navios que vinham do Oriente durante a peste negra. Novamente, temos o comércio e o choque de culturas como pano de fundo para a explosão de epidemias letais e socialmente transformadoras.

O período de Netuno em Aquário que se estende de 1670 a 1684 não nos parece tão signicativo, mas o seguinte, de 1834 a 1848, é fértil em acontecimentos, a começar pela própria descoberta do planeta Netuno. Do ponto de vista político, é uma época de fermentação de idéias liberais e socialistas que culminarão em 1848, na passagem de Netuno de Aquário para Peixes, com a divulgação do Manifesto Comunista e a explosão de revoltas populares na França e na Alemanha. O choque de culturas ocorre principalmente na China, onde a Guerra do Ópio (um entorpecente regido por Netuno) coloca o arcaico império oriental sob a virtual dominação das potências do Ocidente, que obtêm para si o controle de uma série de portos e o monopólio das exportações. Na área epidemiológica, o ano de 1839 marca o início da Estatística Médica, quando William Farr elabora um registro anual de morbidade e mortalidade para a Inglaterra e o país de Gales, e a criação do Conselho Superior de Saúde, em Constantinopla, que vem a ser a origem remota da Organização Mundial de Saúde. A medicina dá saltos gigantescos, com a descoberta dos anestésicos (também regidos por Netuno) e com a afirmação dos conceitos de saúde pública e de medicina social. Pouco depois, em 1857, já com Netuno em Peixes, Louis Pasteur descobrirá os micro-organismos e lançará as bases da moderna epidemiologia.

Parece-nos que Netuno em Aquário costuma marcar períodos de grande ebulição, caracterizados por choques culturais em larga escala e transformações dolorosas, onde as questões sanitárias desempenham papel importante. Velhas estruturas tendem a ser solapadas, abrindo espaço para que outras sejam plasmadas durante a passagem de Netuno em Peixes. A longo prazo, tais transformações tendem a abrir caminho para a construção de sociedades mais plurais ou para grandes avanços tecnológicos. Este é precisamente o significado da peste negra para a Europa Ocidental.

Cabe observar agora o papel de Plutão como co-significador da questão epidemiológica. Plutão, planeta invisível, é, por analogia, regente do mundo microscópico, inperceptível a olho nu. É a ele que estão associados os micro-organismos, as bactérias, os vírus e também os microbiologistas e os antibióticos. Plutão simboliza ainda o material genético, os processos de clonagem e – mais importante – a possibilidade de aniquilação da vida em escala coletiva. Vale lembrar que este pequeno planeta dos confins do sistema solar foi descoberto praticamente na mesma época das primeiras experiências com a fissão do átomo e do surgimento do risco de uma hecatombe mundial.

Se hoje a ameaça plutoniana está consubstanciada nos arsenais de ogivas nucleares, nos séculos anteriores nada poderia representar melhor o potencial devastador deste planeta do que as grandes epidemias, como a peste negra. Processos plutonianos têm natureza centrífuga e eruptiva, com drenagem do material mórbido do interior para o exterior. Os bubões que cobriam o corpo dos pacientes da peste correspondem a esta característica: à virulência do ataque do bacilo, o organismo responde com a violenta expulsão do conteúdo mórbido, expresso na manchas de sangue pútrido e nas tumorações que surgem na pele. Enfim: o organismo literalmente entra em erupção, até chegar à exaustão e à morte. Em vários aspectos, a descrição do estado clínico das vítimas da peste bubônica lembra, e muito, o das vítimas da radiação nuclear, como os atingidos pela bomba de Hiroxima. Em ambos os casos, repetem-se os sintomas de horrendas manifestações cutâneas, profunda depressão, cansaço e morte breve, por absoluta exaustão de forças.

A rapidez devastadora com que a peste irrompeu na Europa lembra Plutão; o profundo impacto sobre as estruturas sociais remete a Netuno em Aquário. Naquela época, Plutão encontrava-se em Áries, signo de domicílio de Marte. Cinco séculos depois, a mesma configuração se repete, com Plutão outra vez em Áries durante todo o período da permanência de Netuno em Aquário. Há, portanto, uma correspondência astrológica entre a peste negra do século XIV e a fase de avanços da medicina social em meados do século XIX. Foi preciso um ciclo inteiro destes dois planetas para que a humanidade começasse a encontrar o caminho para a compreensão da vida microbiana e e pudesse enfrentar as epidemias em condições menos desiguais. O novo ciclo que se abre entre 1834 e 1848 apresentaria resultados altamente positivos logo nas décadas seguintes, com as descobertas de Pasteur e os avanços dos métodos estatísticos e da tecnologia sanitária. Contudo, dois novos riscos se consubstanciam: a adoção de uma visão crescentemente tecnicista na medicina (Aquário) e a definitiva opção por métodos policialescos (Áries) na prevenção e erradicação de moléstias infecto-contagiosas.

A militarização (Plutão em Áries) das políticas de saúde pública (Netuno em Aquário) apresenta um excelente estudo de caso no combate à varíola e à febre amarela promovido por Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro do início do século: vacinações obrigatórias, brigadas mata-mosquitos, médicos e soldados armados de lancetas a perseguir a população por becos infectos. A revolta contra as medidas governamentais – que soa absurda e inaceitável para nossas mentes modernas – pode ser compreendida à luz da inexistência de um compromisso entre povo e governantes. A ausência de adesão popular a políticas que, em última instância, visavam ao benefício da própria coletividade é um sintoma do abandono dos conteúdos indicados pelos signos opostos a Áries e Aquário: a generosidade e o calor humano de Leão e a arte da negociação de Libra. A noção, hoje corrente, de que a prática médica tornou-se fria e impessoal – uma medicina tecnicista e sem alma – denota a carência do princípio leonino; a ausência de diálogo entre executores de políticas sanitárias e público-alvo expressa a inexistência do pacto libriano.

Brigadas mata-mosquito

Charge do início do século XX mostrando as brigadas de saúde pública
coordenadas por Oswaldo Cruz. A brigada, mostrada como uma tropa de
cavalaria montada sobre seringas, porta um estandarte onde se lê:
"Vaccina obrigatoria". O povo enfrenta os agentes de saúde com paus, machados
e vassouras, enquanto outros atiram penicos, baldes, garfos e serrotes das
janelas. A vacinação, num primeiro momento, foi vista como uma odiosa
invasão de privacidade.

Exemplo recente de tal desequilíbrio ocorreu em meados dos anos 90, desde que o vírus Ebola provocou uma epidemia de extrema virulência nas florestas equatoriais do Congo. As brigadas sanitárias enviadas para a região, constituídas por profissionais europeus e americanos que desconheciam por completo os costumes locais, tentaram a adoção de medidas de emergência, como o isolamento das cidades infectadas e a cremação dos corpos das vítimas já falecidas. A reação dos nativos não poderia ser mais hostil: aqueles estrangeiros recém-chegados haviam simplesmente violado os rituais funerários mais sagrados da população local, que jamais admitiria que o cadáver de seus mortos fosse incinerado sem qualquer cerimônia. Por toda parte no Congo, a atitude mais comum foi de não-cooperação e até mesmo de sabotagem com relação à atuação das organizações internacionais. Repete-se na África hoje o que ocorreu no Rio de Janeiro no início do século XX: o homem comum, ferido em seu orgulho próprio e em seu sentido pessoal de identidade (Leão), rejeita o discurso da saúde pública e hostiliza o cientista.

Outro ciclo de quinhentos anos é o que medeia as passagens de Netuno em Aquário entre 1507 e 1521 e nos tempos atuais, a partir de 1997. Em ambos os casos, Plutão está em Sagitário. No século XVI, o grande movimento coletivo foi o confronto cultural entre as civilizações européia e ameríndia, cujo foco de máxima exacerbação expressou-se no massacre da civilização asteca pelos invasores espanhóis. Como já vimos, o genocídio bélico fez-se acompanhar, naquela ocasião, pelo morticínio provocado pelas doenças contra as quais os nativos não tinham defesas imunológicas. A repetição da mesma configuração, no final do século XX, coloca novamente o México em evidência através da emergência do movimento Zapatista, que carrega atrás de si toda uma tentativa de revivescência dos valores da cultura indígena. Algo semelhante ocorre no Peru, onde a entrada de Netuno em Aquário foi marcada pelo confronto entre as forças governamentais e os guerrilheiros do movimento Tupac Amaru que ocupavam a embaixada do Japão. Se levarmos em conta que tanto zapatistas quanto guerrilheiros peruanos assumem um discurso onde se percebem elementos de um fundamentalismo ameríndio, é provável que estejamos presenciando o início de um grande movimento de ajuste civilizatório nas Américas entre as culturas de base européia e nativa. As tensões serão maiores exatamente onde a massa de origem autóctone é mais significativa, como no México, na Guatemala e em todos os países da região andina. E não é improvável que alguma nova epidemia venha à luz, e desta vez no sentido inverso, ou seja, da população indígena rural para os brancos de ascendência européia.

Conclusões

As epidemias sempre acompanharam o curso dos encontros e confrontos civilizatórios. Sempre seguiram o roteiro do comércio, das grandes migrações e das guerras. E sempre provocaram transformações sociais em maior ou menor grau. No caso que mais nos interessa – o da peste negra do século XIV – é possível identificar alguns indicadores astrológicos cuja verificação poderá orientar o estudo de outros surtos epidêmicos:

1. A ênfase em signos regidos pelos planetas tradicionalmente considerados opostos à vida e ao bem-estar, Marte e Saturno. A presença de qualquer desses planetas como dispositor final do mapa pode ser um poderoso indicador de epidemias de grande porte. Esta é a hipótese levantada pelos médicos-astrólogos do século XIV.

2. A presença de Netuno em Aquário relacionada com a de Plutão em signos de Fogo e a correlação entre processos históricos nos vários ciclos Plutão-Netuno.

3. A ocorrência de aspectos Marte-Júpiter e a ativação do eixo Gêmeos-Sagitário – o eixo da troca e da velocidade.

Complementarmente, parece ser possível identificar uma regência aquariana para a vertente social da medicina, assim como um componente Marte-Plutão na adoção de estratégias militares no combate às epidemias.

Estes são indicadores gerais. Em cada caso, é preciso considerar outros elementos, como o mapa de nações ou cidades e os significadores acidentais de morbidade da população e de políticas de saúde pública.

Bibliografia

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HALE, John R. A Idade das Explorações. Rio de Janeiro, José Olympio, 1974.
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PRÉAUD, Maxime. Les astrologues à la fin du Moyen Age. Paris, J. C. Lattès, 1984.
SOURNIA, Jean-Charles e RUFFIE, Jacques. As epidemias na história do homem. Coleção Perspectivas do Homem, Lisboa, Edições 70, 1984.

OBSERVAÇÃO: A introdução deste artigo (descrição da peste negra) foi escrita a quatro mãos. Fernando redigiu as três seções finais. Ana é autora única do artigo complementar, Epidemias e Epidemiologia. A pesquisa e as conclusões apresentadas resultam de uma construção conjunta, que explora a abordagem multidisciplinar da Medicina, da História e da Astrologia. O trabalho sobre a peste negra foi apresentado pelos autores em evento promovido pelo SINAR e pela escola Astro-Timing, do Rio de Janeiro, em 8 de novembro de 1999.

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