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Um olhar brasileiro em Astrologia
Edição 05 :: Novembro/1998 - Republicada em maio de 2009
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ASTROLOGIA MÉDICA

Epidemias e epidemiologia

Ana Teresa Ocampo

Uma breve história das epidemias, seu impacto sobre as coletividades humanas e as estratégias para enfrentá-las: a progressiva afirmação da ciência e a postura autoritária dos serviços de saúde pública.

Uma breve história das doenças: as pestes

Na história da adaptação dos seres vivos às condições ambientais desse planeta, diz-se que os animais criam espécies e os homens, civilizações. Considera-se que as migrações extensivas ocorridas sobre a Terra, desde os primeiros hominídeos até os dias de hoje, foram essenciais para o remodelamento do patrimônio genético humano e nossa sobrevivência como espécie. As possibilidades de criar, culturamente, mecanismos de resistência às intempéries oferecidas pelo meio ambiente e, também, de manter intercâmbios genéticos entre todos os povos, independente das várias subdivisões étnicas, possibilitaram a diversificação genética humana e sua sobrevivência, enquanto espécie.

Nesse contexto, as várias epidemias que acometeram a humanidade ao longo dos séculos, varrendo grandes extensões de terra e vitimando centenas de milhares de pessoas, ganham relevo particular. Também elas terminam por desempenhar uma espécie de papel regulador, ao dizimarem milhares de indivíduos susceptíveis aos seus microorganismos, forçando a sobrevivência daqueles que, entre nós, lhes são capazes de resistir.

A morte a cavaloSob o genérico termo de “pestes” congregam-se, via de regra, as mais variadas mazelas de nossa história. Desde os mais remotos tempos podem-se recuperar escritos a respeito dessas epidemias. Todas as civilizações sofreram-nas. Há registros dessa natureza entre os hititas de Sumer, 2000 anos antes de nossa era, e na China Antiga. Em 1350 a.C., o príncipe de Biblos queixava-se já a Akhenaton de que era caluniosa a notícia de que a peste dizimava seu territórios e que, portanto, não se justificava o não envio de tropas contra o inimigo por seu soberano egípcio. (cf. SOURNIA, Jean-Charles e RUFFIE, Jacques.)

Aliás, a associação entre as epidemias de peste e as guerras faz parte fundamental da história humana, por seguirem ambas os mesmos cursos – que eram também os cursos das trocas comerciais e/ou das peregrinações religiosas – dizimando exércitos e populações, intercaladamente e, com isso, alterando profundamente os perfis de povoamento (ao promover verdadeiras vagas, de outra forma impensáveis, de migrações e miscigenações humanas) e as estruturas sociais e políticas de poder da Europa e da Ásia, desde a Antiguidade até a baixa Idade Média.

O mesmo confronto entre culturas se observará quando da colonização do continente americano pelos portugueses e espanhóis. Isolados por muitos séculos num continente sem contato com o outro lado da civilização, os nativos da América eram excessivamente susceptíveis às doenças trazidas pelos colonizadores. Esse “choque biológico da conquista”, como chegou a ser chamado, marcará profundamente as faces biológica, social e política dos americanos, com a dizimação em massa da população nativa e a perda de seu poder político em favor dos novos colonizadores.

Com relação à peste, podemos encontrar alusões desde o Antigo Testamento, quando é referida como uma das pragas enviadas por Deus ao Egito, ou como a causa da dizimação dos Filisteus ao se apoderaram da Arca da Aliança: a peste de Ashdod.

Na descrição desta última, surgirá outra associação, que se tornará freqüente nos temas referentes à doença: a presença de ratos nos locais onde as epidemias se deflagravam. Numa época em que noções como a de contágio ou de micro-organismos estavam absolutamente fora de pauta, é de se salientar o número de relatos relacionando ratos e peste. Citem-se, a título de exemplo, o relato bíblico da já citada peste de Ashdod, que a correlaciona à chegada de uma multidão de ratos às vilas e campos; e o relato de Homero, sobre a peste que foi enviada como punição aos gregos, diante de Tróia, depois de um sacrilégio em relação a “Apolo, matador de ratos”, sob a forma de uma chuva de flechas.

Possivelmente, as mesmas flechas – presentes muitas vezes na iconografia cristã como símbolo da punição divina – que vão reaparecer no corpo de São Sebastião (patrono da cidade do Rio de Janeiro), “consagrado protetor da peste, estando as flechas do seu suplício fixadas nos sítios do corpo onde o flagelo impõe sua marca”. (SOURNIA)

RatoNão esqueçamos, contudo, que a associação entre os ratos e a doença traz consigo outras correlações, evidentes também para os nossos antepassados, como o acúmulo do lixo e dos cadáveres insepultos como possíveis focos para o surgimento da peste.

Os relatos multiplicam-se – e refinam seus registros – a partir da alta Idade Média, vindo a desembocar no desenvolvimento de toda uma estrutura de registros de natalidade, morbidade e mortalidade, que será conhecida como Estatística Médica.

Imagina-se que o impacto que as endemias e, principalmente, as epidemias exerceram sobre o desenvolvimento demográfico e as estruturas sociais, políticas e econômicas na história humana, seja semelhante, em violência, a que teria, atualmente, um cataclismo atômico mundial. Especialmente, se considerarmos o impacto que teve a epidemia de peste do século XIV, da qual voltaremos a falar.

Não há como remontar com precisão toda a historiografia das patologias humanas desde o mundo antigo. Para a compreensão a que se destina este artigo, salientaremos apenas alguns episódios, em que a existência de documentação escrita guia nossa viagem.

A Europa conheceu, entre os séculos VI e VIII, grandes vagas de peste bubônica onde, “sem que se consiga dar uma explicação para estes ritmos, uma nova epidemia desencadeava-se aproximadamente de doze em doze anos /.../”. ((cf. SOURNIA, Jean-Charles e RUFFIE, Jacques. As epidemias na história do homem.)

Tem-se por certo que quase todas as vagas iniciaram-se no Oriente e ganharam a Europa através da navegação de longo curso e de cabotagem pela bacia mediterrânica. Os registros dessa época são escassos e mais literários que fidedignos, o que significa que apenas se pode estimar o quantitativo de mortos, mas jamais sequer imaginar a morbidade da doença.

Contudo, sabemos que durante estes dois séculos, impérios foram destronados, a queda demográfica foi considerável, fortunas foram parar em novas mãos, terras férteis mudaram de donos e várias invasões “bárbaras” remodelaram o perfil de povoamento e o espaço social, político e econômico da Europa. Seis séculos depois, foi a vez da peste negra, flagelo ainda maior.

É preciso que salientemos que um dos motivos pelos quais a epidemia do século XIV marcou mais profundamente a memória humana do que a dos séculos VI a VIII foi a diferença de comunicação entre as duas épocas. No século VI apenas poucos nobres sabiam ler e menos ainda tinham acesso a documentos anteriores a sua própria época. No século XIV, por outro lado, um significativo grupo de letrados encontra-se a serviço dos mosteiros e da administração pública. A imprensa escrita viria apenas um século depois e, a partir de então, a peste não será mais subtraída dos relatos humanos, sejam eles literários ou documentais.

PestilênciaTambém digno de nota é o fato de que o recrudescimento do conhecimento e a maciça difusão de informações nunca foram capazes de alterar, fundamentalmente, o comportamento das pessoas, quando confrontadas, novamente, com o surgimento da doença: o horror e o pânico dos doentes e da morte; a busca de “culpados” (os inimigos da guerra, os ímpios, os pagãos, os judeus, os leprosos, os grupos de flagelantes, os feiticeiros etc.); a dissolução dos costumes frente ao vazio instaurado pela ausência dos magistrados e juízes para fazer cumprir a lei; os atos extremados de egoísmo ou de altruísmo etc. Ainda segundo SOURNIA:

A peste não lhes lembrava somente a fragilidade da existência, ela demonstrava que as estruturas sociais, destinadas a assegurar a sobrevivência de cada um num universo perigoso, eram também precárias e estavam sempre ameaçadas. Esta profunda desordem não deveria mais apagar-se ao longo dos séculos. (op. cit., p.94)

Marselha experimenta sua última epidemia de peste em 1720. Um navio armado por negociantes é impedido de atracar no porto em 25 de maio, mas consegue fazê-lo em um um porto próximo e desembarca seus passageiros e mercadorias em 14 de Junho, pouco depois da ocorrência de mortes em seu interior. A disseminação da doença é progressiva desde então e, no início de setembro, a mortalidade alcança a ordem de mil falecimentos por dia.

A epidemia começa a ser controlada em fins de setembro com a nomeação de um novo comandante-chefe que, com pulso de ferro, restabelece a ordem e a limpeza, impedindo aglomerações humanas e banhos públicos e instalando hospitais provisórios para isolamento dos doentes.

Na contabilidade final, acredita-se que a cidade e seus arredores tenham perdido, em seis meses, um montante de trinta mil habitantes.

Entretanto, o que ressaltamos nesse histórico é o fato de que, quatro séculos após a grande peste, uma cidade francesa ainda repetisse procedimentos que não eram mais cabíveis em relação à doença. Isso pode ser explicado, em parte, pelo fato de que, na época, a noção de contágio para a doença ainda não era unanimemente aceita, mesmo para os médicos, e que a cidade era governada pelo comércio. Como não permitir o atracamento de um navio que vem carregado de mercadorias valiosas? Como manter em quarentena uma tripulação que precisa ser alimentada sem trabalhar, enquanto as mercadorias não podem ser vendidas? Como impedir o suborno e o tráfico de influências que permitem a passagem, diariamente, de várias pessoas pelas “barreiras da peste” instaladas, então, para seu controle?

A outra questão relevante aqui é a reação governamental, geralmente tirânica e inquestionável, instaurando novas leis de controle e obrigando à obediência as que já existem. Isso é feito de forma autoritária e centralizadora, com “pulso de ferro”, que não permite questionamentos e que utilizará o discurso da ordem e da limpeza para garantir, a um só tempo, a ordem pública e a saúde das populações.

Uma breve história dos estudos em saúde: a Epidemiologia

A Revolução Comercial firma-se a partir do século XVI e o século seguinte testemunha o aparecimento do Estado Moderno, com seus conceitos de Estado, Nação, Governo e Povo. A este caberá o papel de ser a riqueza da nação, enquanto aos exércitos caberá a manutenção do poder político. Estas duas instâncias – povo e exército, em suma: o Estado – precisam ser, portanto, não só controladas, como contadas. Ou seja, da necessidade de se contar o Estado é que surge a Estatística – a “medida do Estado”.

O povo como elemento produtivo, o exército, como elemento beligerante, precisam não apenas do número, mas também da disciplina e da saúde. (cf. ALMEIDA Fº, Naomar de.)

O século XVIII presencia a emergência da burguesia como poder político na Europa. Todo um movimento hospitalista e assistencialista voltado para a saúde da força de trabalho (elemento produtor, por excelência, da riqueza nacional) tem início na Inglaterra e em outros países da Europa. No plano social, a expressão se dá pela Medicina das epidemias, com a apropriação do uso da Estatística no campo da medicina, numa abordagem da doença e de seus efeitos.

Cresce a preocupação com a “saúde” dos portos – principais vias de escoamento da produção e vitais para o comércio. Com a Revolução Francesa (1789)

implanta-se na França uma medicina urbana, a fim de sanear os espaços das cidades, disciplinando a localização de cemitérios e hospitais, arejando as ruas e construções públicas e isolando áreas miasmáticas. (op. citado, p. 2)

Na mesma época, na Alemanha, uma Política Médica estabelece a compulsoriedade das medidas de controle e de vigilância de doenças – a cargo do Estado – e a imposição de regras de higiene individual – para o povo.

John Snow, pai da EpidemiologiaO século XIX depara-se com um intenso e desordenado crescimento das cidades e uma piora acelerada das condições de vida e saúde das populações, incluindo-se aí todo um proletariado urbano submetido a insuportáveis níveis de exploração, com seu subseqüente e terrível desgaste. A maioria da população vivia em ambientes pútridos e insalubres, e o Estado, cada vez mais forte, ampliava sua atuação no cotidiano das pessoas. O paradigma dominante para o estudo, cada vez mais enfatizado nesta fase, das condições para o adoecimento, ainda é a teoria miasmática, segundo a qual as doenças são emanações provindas do acúmulo de dejetos. Dessa época, entretanto, também é John Snow [1813-1858 - foto à direita] – considerado o pai da Epidemiologia – cujo trabalho sobre a cólera em Londres alinhava-se, totalmente, na defesa de que “agentes vivos” não visíveis atuariam na produção da doença. Mesmo assim, a compreensão sobre saúde, nessa época, dá-se em torno da melhoria das condições gerais de vida, moradia, alimentação, trabalho e, principalmente, do “saneamento” do espaço urbano, coletivo.

Vale ressaltar, do início desse século, duas iniciativas na área da Estatística relacionada ao campo da saúde. A primeira foi o estudo estatístico de 1960 casos de tuberculose, levado a cabo pelo médico e matemático Alexandre Louis em Paris. A segunda, a elaboração em 1839, por William Farr, de um registro anual de morbidade e mortalidade para a Inglaterra e o País de Gales – e que veio a ser considerado a institucionalização da Estatística Médica.

Também de 1839 é a criação de um organismo permanente de discussão de questões de saúde: trata-se do Conselho Superior de Saúde, instituído em Constantinopla, e que, aberto às potências ocidentais em 1840, veio a desembocar, junto com outras instituições surgidas posteriormente, na criação da Organização Mundial de Saúde, após 1945. (SOURNIA, Jean-Charles e RUFFIE, Jacques. As epidemias na história do homem, 1984, p. 111)

A segunda metade do século XIX vem marcada pela descoberta dos micro-organismos. O isolamento do vibrião colérico deu-se por Pacini em 1854, provocando ainda muito ceticismo. A obra de Pasteur faz com que a descoberta do bacilo de Yersin – responsável pela peste – em 1894 seja coroado com uma receptividade maior. É a vitória da biologia e da teoria da unicausalidade das doenças – alinhada a, e intensificando, uma medicina organicista – sobre as explicações multicausais da Epidemiologia, que vê-se forçada a um vigoroso retrocesso nesta época.

Oswaldo CruzEsse novo conhecimento biológico tem uma contrapartida “social” na sua aplicação ao estudo dos processos de transmissão das doenças e no controle das epidemias, com a prática da Saúde Pública enquanto uma medicina social do colonialismo. Desta época provêm as medidas para o controle da varíola, da malária, da febre amarela e de outras doenças nos portos dos países colonizados. Essas medidas – e as reações violentas que provocaram – estarão demonstradas com clareza meridiana na cidade do Rio de Janeiro, de cujo porto, na passagem do século XIX para o XX, escapavam os navios de comércio e turismo vindos da Europa, devido à altíssima incidência dessas doenças na cidade. É dentro desta conjuntura, de pressão internacional e de necessidade nacional para manutenção do comércio entre colonizado e colonizador, que devemos buscar as raízes do processo, intensamente autoritário e centralizador, de reurbanização da cidade do Rio de Janeiro (o “bota-abaixo”) e de “saneamento” de seu porto e de sua população, com a intervenção do médico sanitarista Oswaldo Cruz [1872-1917 - foto à esquerda] e suas Brigadas Sanitárias e de Mata-Mosquitos.

Por outro lado, as primeiras décadas do século XX também dão lugar à ampliação do objeto de estudo epidemiológico, para a inclusão de doenças não transmissíveis e agravos contra a integridade física. Assim, utiliza-se o raciocínio epidemiológico para o estudo de determinantes genéticos e sociais de algumas doenças.

Na década de 30 deste século, a medicina dita “científica” entra em crise por uma gama de fatores: a fragmentação/especialização do cuidado médico, fruto do avanço tecnológico em saúde, diminui o alcance social dessa e aumenta-lhe os custos; e o sistema econômico monopolista, em crise, é incapaz de prover as condições mínimas de vida e saúde de suas populações.

Assim é que, por essa via, redescobre-se o caráter social e cultural das doenças e da medicina, bem como as relações que mantêm com a estrutura da sociedade. Nesse momento, a Epidemiologia é a disciplina escolhida para tal ensejo, espelhada no modelo da Biologia pelo padrão positivista das ciências do homem. Desta forma, contrapõe-se a Fisiologia Humana à Demografia (estudo dos processos normais no organismo e na sociedade), assim como à Fisiopatologia corresponderá a Epidemiologia (estudo dos processos patológicos).

Com a seleção de exércitos para a Segunda Guerra Mundial, aperfeiçoam-se os métodos de avaliação das questões de saúde física e mental dos soldados. Esses mesmo métodos serão, posteriormente, aplicados em grandes inquéritos epidemiológicos envolvendo doenças não transmissíveis e população civil.

Epidemiologia hoje

A partir dos impasses enfrentados pela teoria unicausalista da doença, novos modelos teóricos vão sendo elaborados pela Epidemiologia, principalmente durante as décadas de 50 e 60, para aperfeiçoar a História Natural das Doenças. Uma forte tendência “ecológica” é introduzida em seu cerne e, a partir da década de 60, com a introdução da computação eletrônica, ela sofre sua mais profunda modificação, com a elaboração de sofisticados processos de cálculos e estratificações e sua progressiva matematização.

Define-se, hoje, como objetivo geral da Epidemiologia, o traçar o perfil de saúde-doença de populações – num determinado tempo e espaço – apontando formas de prevenção e controle desse processo e contribuindo, em última análise, para melhorar a qualidade de vida destas populações.

Com base nesses elementos é possível proceder à análise astrológica das epidemias e pandemias, tanto a peste negra do século XIV quanto as novas ameaças que assustam a humanidade contemporânea.

Leia também:

Peste negra, o apocalipse do século XIV

Bibliografia

ALMEIDA Fº, Naomar de. Epidemiologia sem números - Uma introdução crítica à ciência epidemiológica. Rio de Janeiro, Campus, 1989.
BARRETO, Mauricio Lima. "A Epidemiologia, sua História e Crises: Notas para se pensar o Futuro". IN: COSTA, Dina C. Epidemiologia - Teoria e Objeto. São Paulo, Hucitec-Abrasco, 1990.
BOCCACCIO, Giovanni. Decamerão. São Paulo, Círculo do Livro, 1991.
GUSMÃO Jr., Amiraldo M. A experiência do Apocalipse. In: http://www.galeon.com/projetochronos/concilium.htm
SOURNIA, Jean-Charles e RUFFIE, Jacques. As epidemias na história do homem. Coleção Perspectivas do Homem, Lisboa, Edições 70, 1984.

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